Racismo e as carreiras jurídicas

As relações jurídicas nascem do dia-a-dia, fazendo com que as pessoas que trabalham nessa área se valham de aprendizado e conhecimento constantes para dar suporte aos clientes e à população de uma maneira geral.

O Poder Judiciário é composto de brasileiros, sendo que 54% da população brasileira se autodeclara preta ou parda. Tal critério ético-racial não se traduz entre os agentes que operam o Poder Judiciário. Vem a ser essa a razão das ações afirmativas, inclusive presente nos concursos públicos, visando dar maior efetividade e diminuir a desigualdade racial nas instituições, especialmente no Poder Judiciário.

Participantes:

Akhenaton Nobre - Delegado de Polícia do Estado de São Paulo, Professor concursado da Academia de Policia Dr. Coriolano Nogueira Cobra, Professor de cursos preparatórios, Professor convidado do Ministério da Justiça e Segurança Pública sobre Lavagem de Dinheiro, ex-membro da Comissão de Segurança Pública da Ordem dos Advogados do Brasil, e laborou na Procuradoria de Justiça Militar da União - Ministério Público Militar. É pós-graduado em Direito Penal e Processual Penal na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Possui cursos de especialização policial em investigação a crimes contra a vida, tráfico de entorpecentes, inteligência e contra-inteligência policial e interceptação telefônica, bem como cursos em congressos no exterior de interesse policial, como de pesquisa criminal ministrado pelo Federal Bureau of Investigation - FBI.  É formado em investigação e proteção a dignatários pela Miami Police Department.

 

Simone Henrique - Advogada e pesquisadora em São Paulo. Mestra em Direitos Humanos (FDUSP) e Especialista em Compliance ( IBCCRIM-Coimbra).

 

Benedito Mariano: sociólogo. Mestre em Ciências Sociais pela PUC de São Paulo. Foi Ouvidor da Polícia de São Paulo e secretario de Segurança urbana em São Paulo. Osasco e São Bernardo do Campo.

 

Mário Augusto Malaquias - Procurador de Justiça Secretário Especial de Políticas Cível e de Tutela Coletiva.

 

Patrícia Ramos – Graduada pela Faculdade de Direito do Largo de São Francisco (USP). Mestre em Ciências Jurídico Laborais pela Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Ingressou na Justiça do Trabalho da Segunda Região como servidora em 1992. Aprovada em concurso para Magistratura do Trabalho em 1999, atualmente Juíza Titular da 69ª.VT/SP. Integrante das comissões de “Diversidade e Igualdade” e “Combate ao Assédio Moral”, ambas do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª. Região.

 

Venha conosco discutir o racismo presente nas carreiras jurídicas, bem como seus efeitos!!!

 

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